Olá, leitores!
Recentemente, li um texto interessantíssimo escrito pela Fernanda Zalcman, no site Olimpíada Todo Dia, que aborda quem são as profissionais por trás do sucesso dos e das atletas olímpicos e os benefícios da presença feminina nos staffs de clubes e confederações.
Veja o texto original AQUI.
O artigo começa enaltecendo que a próxima delegação olímpica brasileira com destino a Tóquio deverá ser a mais igualitária da história do país e quem são os profissionais por trás de tudo isso, ajudando os atletas a fazer acontecer: os staffs.
O artigo também aborda aspectos científicos, tais como aspectos hormonais, fisiológicos e psicológicos que, por serem diferentes entre homens e mulheres, ganha muito com a presença e atuação das mulheres no suporte às atletas - e, também, aos atletas, por que não.
Contudo, sem que fossem perguntadas diretamente pela reportagem, todas citaram o futebol como uma experiência negativa. Logística e cultura machista ultrapassada estão entre os motivos.
"Não é uma disputa entre homens e mulheres. É uma luta por espaço e reconhecimento".
Recentemente, li um texto interessantíssimo escrito pela Fernanda Zalcman, no site Olimpíada Todo Dia, que aborda quem são as profissionais por trás do sucesso dos e das atletas olímpicos e os benefícios da presença feminina nos staffs de clubes e confederações.
Veja o texto original AQUI.
O artigo começa enaltecendo que a próxima delegação olímpica brasileira com destino a Tóquio deverá ser a mais igualitária da história do país e quem são os profissionais por trás de tudo isso, ajudando os atletas a fazer acontecer: os staffs.
“O meio do esporte é mais masculino, sim. Mas cada função no estafe tem um predomínio de gênero, muito pela opção na formação, e fico muito feliz de ver cada vez mais mulheres entrando em áreas que antes eram predominantemente masculinas. E isso é muito bom, porque já há um número maior de atletas mulheres também e o staff mulher tem ajudado muito elas”, opina a Doutora Ana Carolina Corte, médica do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da Seleção Brasileira de Ginástica Artística desde 2013.O fato de existir uma mulher, por exemplo, ex-atleta na comissão técnica, muda muita coisa, segundo o artigo. Ela tem mais tato para saber o que as atletas precisam e trona mais confortável comentar alguns assuntos como medicamentos, anticoncepcionais, menstruação etc. Outro assunto muito importante e delicado, que a presença de mulheres no staff auxilia no tratamento, é o assédio no ambiente esportivo.
O artigo também aborda aspectos científicos, tais como aspectos hormonais, fisiológicos e psicológicos que, por serem diferentes entre homens e mulheres, ganha muito com a presença e atuação das mulheres no suporte às atletas - e, também, aos atletas, por que não.
Contudo, sem que fossem perguntadas diretamente pela reportagem, todas citaram o futebol como uma experiência negativa. Logística e cultura machista ultrapassada estão entre os motivos.
"Não é uma disputa entre homens e mulheres. É uma luta por espaço e reconhecimento".
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